quarta-feira, 3 de novembro de 2010

26/10/2010

Ahhh, hoje o dia foi MUITO tenso, sério. Em English e History, tivemos que ensaiar uma peça de teatro que vamos apresentar na quinta feira. Cada grupo ficou responsável por uma peça famosa da Grécia Antiga, a gente ficou com Édipo Rei. Na real, a nossa apresentação ficou nada a ver com Édipo Rei, principalmente porque no meio da peça o Nathen puxa um baralho de cartas e fichas e começa a jogar pôquer com o Beck; o Sai, do nada, xinga a Kellee de “camelo estúpido”, a Larissa e eu ficamos cegas com as luzes de uma nave espacial e a Angi, supostamente o Édipo, luta karatê. Lindo. Só quero ver como vai se sair essa nojeira. Em Art, fizemos um trabalho muito legal. Em uma folha branca toda manchada com cores diferentes (que aparentemente tinham sido feitas ontem, mas eu não estava na aula, er...) tínhamos que fazer um desenho com um pincel de bambu e tinta preta, só a silheta do desenho. O Mr. Wood deu um dos exemplos que ele tinha feito pra mim, e as cores eram quentes, vermelho, amarelo, laranja e cor de areia, aí eu me inspirei muito e queria fazer a silhueta de uma águia na ponta de uma colina, ou algo assim. Meu tempo, porém, era limitado, então fiz uma águia voando com um peixe nas garras. Irado, né? Vou tentar postar uma foto depois... Enfim, de tarde, tínhamos um jogo decisivo contra West Valley, que poderia ou nos classificar pro torneio estadual ou nos desclassificar de tudo. Tenso, né? Haha. Enfim, eu fiquei muito braba, de verdade, porque West Valley é a escola que nos tirou a chance de ir pro estadual nos últimos anos, aí as gurias não estavam nem um pouco motivadas. Além do mais, estava MUITO frio. Eu só joguei por uns 30 minutos no primeiro tempo, aí o resto do jogo fiquei no banco congelando minha alma, gritando prás criaturas jogarem direito, parecia que tinham esquecido como se joga futebol. Sério, foi muito desapontante. Sem mentira, acho que a gente jogou bem de verdade por no máximo 7 minutos. Óbvio que a gente perdeu, dã, ficou 4x2. As seniors começaram a chorar, uma vez que era a última chance delas de ir pro estadual, e nos últimos quatro anos elas sempre pensavam “Ai, ano que vem a gente consegue e blah blah blah...”, mas agora não tem mais 'ano que vem'. Sei lá, fiquei com muita peninha, aí fui lá e dei um abração na Taylor R., dizendo que ela merecia um abraço de alguém que veio do país do futebol! Sei lá, me senti meio estranha, porque ninguém nunca se abraça aqui, mas ela sorriu um pouquinho, então fiquei de boa :)

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