O dia era pra ter sido prático, pá pum e tudo de boa, mas nãããão, eu sou enrolada demais pra isso. Acordei bem cedo, tomei um banho delícia, comi o meu sucilhos sagrado e fui encontrar o pessoal, que estava vegetando que nem lagartos no sol. A Ronda, do nada, deu um pulo e nos convidou pra ir a Spokane, alegando que estava num shopaholic mood, haha. A Lexi resolveu ficar em casa, então fomos eu, Angi e Ronda. Paramos no depósito central de Clayton, que não sei se eu já mencionei, mas é da família Reardon. Chegamos lá e tinha muitas caixas abertas cheias de coisas estranhas pelos corredores, aí descobri que, se uma pessoa deixa de pagar o aluguel do depósito por 3 meses, eles podem vender as coisas dessa pessoa.
Fiquei viajando legal enquanto passeava pelas caixas, parando aqui e ali pra dar uma olhada nas caixas que tinham livros e revistas, máquinas estranhas e coisas antigas que chamassem a atenção. Achei um lugar muito mágico e secreto (ãããh, não) cheio de blusas, casacos, calças loucas, roupas de esqui, botas de neve, etc. Acho que fiquei uns 20 minutos ali, vegetando, imaginando as vidas passadas daquelas roupas. Sei lá, imagina se o antigo dono matou alguém e estava usando aquele casaco; aí, eu estaria vestindo o DNA de um assassinado E de um assassino, wow, é emocionante! Tá, eu sei que é meio improvável, mas... quem sabe? TUDO É POSSÍVEL, POXA!
Finalmente, fomos pra cidade “grande”. Primeiro, passamos numa Staples, que tem, tipo, TUDO. Fui vegetar nos corredores de cd's, livros e dvd's e encontrei dois cd's do Never Shout Never, um da Kate Nash, o do Julian Casablancas, um do La Roux e o Humbug do Arctic Monkeys, além de muitos outros gamantes. Não resisti, hihi. Ah, qual é, cinco dólares por um cd gato, com um som ótimo e arte gráfica fascinante! Andei mais um pouco e encontrei uns livros que me interessaram, aí fui olhar os iPods, já que ALGUÉM fez o favor de quebrar o meu (né, Rodrigo? Quem será que foi? RSRS, brimks), mas só tinha iPods shuffle, ou classic, ou seja, ou 2gb u 160. No, thanks, quero algo intermediário. Mesmo assim, nem tudo estava perdido.
Fomos a uma outra loja, que também vendia de tudo, pra ver se eu encontrava o maldito iPod, assim não dá pra ficar, faz mais de um mês que eu não ponho um fone de ouvido no ouvido (hã, não, ia por na boca). Essa abstinência tá me matando, sério. Enfim, só encontrei iPods touch de 8gb, que também não serve, sou muito específica. Tentamos o Wall Mart, nossa última esperança, mas também não. Na real, foi bem engraçado, porque eu fui ao banheiro com a Angi e do nada ela sumiu. Aí eu presumi que ela tivesse ido ao corredor dos eletrônicos, mas não. Fiquei 38528585298 anos vagando atrás das duas, sem sucesso. Depois de um tempo, encontrei a Ronda no caixa, que começou a rir desesperadamente. Ela me peguntou se eu tinha ouvido meu nome sendo chamado no autofalante, aí eu disse que não e perguntei por quê. Ela disse que as duas tinham pedido pra me chamarem, mas ninguém conseguia dizer meu sobrenome, tipo... Laura Schkwashski, ou algo do gênero, aí chamaram por Laura Reardon, e segundos depois eu apareci rs.
Voltamos pra casa atrolhadas no carro e jantamos uma parada tipo um molho, com galinha, milho, uns vegetais estranhos, MIOJO........ e muita pimenta, sempre. Depois disso, eu, Lexi e Angi nos jogamos no sofá da sala pra assisti ao VMA. Quase infartei quando eu vi a carinha do Chris Drew numa tela de 72”. Ele até estava vestido que nem gente, todo bonito! Tirando o fato de estar de chinelo de dedo, mas é melhor do que estar descalço, como ele normalmente está. De qualquer jeito, quase perdi os tímpanos quando a Lexi gritou “EMINEM WOOOOOOOOOON!”. Depois de perceber que minha audição nunca mais seria a mesma, e depois de ficar de cara pelo Justin Bieber ter ganho artista revelação, eu fui até dormir.
OPS! LAURA SCHERESCHEWSKY FOREVER!!!!!!
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